Uma missão dada pelo Mestre

Depois de cumprir sua missão aqui na terra Jesus ascendeu aos céus nos enviando o consolador. Mas antes ele nos deu uma incumbência:

“Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos.” (Mateus 28.19,20)

Em suas palavras Jesus não estabeleceu limites de idade para que as pessoas se tornassem discípulos, não era necessário fazer uma seleção. Ele apenas disse: “fazei discípulos”, entendemos, portanto, que as crianças estão incluídas nos planos de Jesus. Todos devem se tornar discípulos de Cristo!

As crianças são uma terra fértil, solo fofo pronto para receber a semente da Palavra de Deus;mas essa semente não pode ser lançada de qualquer maneira, precisamos conhecer bem a terra em que vamos semear para escolhermos as ferramentas certas para o trabalho.

Por isso, nos propomos a conhecer um pouco mais sobre a maneira como as crianças aprendem e percebem o mundo à sua volta; com o único objetivo de sermos discipuladores cada vez mais eficazes.

É possível apresentar aos pequeninos verdades espirituais que os conduzirão para o caminho de retidão e temor ao Senhor; ao fazermos isso estamos agindo de acordo com a Palavra de Deus que diz:

“Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se apartará dele.” (Provérbios 22.6)

“Estes, pois, são os mandamentos, os estatutos e os juízos que mandou o SENHOR vosso Deus para ensinar-vos, para que os cumprísseis na terra a que passais a possuir; para que temas ao SENHOR teu Deus, e guardes todos os seus estatutos e mandamentos, que eu te ordeno, tu, e teu filho, e o filho de teu filho, todos os dias da tua vida, e que teus dias sejam prolongados. […] Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as  ensinarás a teus filhos e delas falarás assentado em tua casa, e andando pelo caminho, e deitando-te e levantando-te.” (Deuteronômio 6.1,2,5-7)

Os versículos supracitados deixam claro que é do interesse de Deus que as crianças O conheçam, e este conhecimento só é possível por intermédio da sua Palavra. Se a fé vem pelo ouvir, nós devemos falar, pois se falarmos certamente as crianças se renderão ao amor de Cristo.

João Paton – Um missionário entre os antropófagos

História de João Paton

Figuras 1 e 2 – João Paton fazia parte de uma grande família. Seus pais Tiago e Janete Paton tiveram onze filhos. Todos os dias a família se reunia para fazer o culto doméstico. O pai de João sempre orava muito por todos os seus filhos e cada uma das crianças eram ensinadas sobre a importância de orar sempre.

Figura 3 – O tempo passou João cresceu e se tornou um homem… Por fim chegou o dia em que João tinha de deixar a casa de seus pais. Sem dinheiro para passagem e com tudo o que possuía inclusive sua Bíblia embrulhada num lenço saiu a pé para trabalhar e estudar em Glasgow. O Pai andou com ele durante alguns minutos depois disse: – Deus te abençoe filho! Que o Deus de teu pai te prospere e te guarde de todo mal.

Depois de se abraçarem o filho saiu correndo e o pai em pé no meio da estrada, com o chapéu na mão e as lágrimas correndo pelo rosto.

Figuras 4 e 5 – Durante os três anos de estudo João tinha que trabalhar para se sustentar. Mas ele ainda achava tempo para ensinar sobre a palavra de Deus.

Figura 6 – O jovem João Paton tinha em seu coração o desejo de viajar até as ilhas do Pacífico para ensinar sobre o maravilhoso amor de Deus a todas as pessoas que viviam ali. Quando as pessoas da igreja souberam do seu desejo tentaram convencê-lo a não ir, pois seria muito perigoso. As pessoas que viviam nessas ilhas eram antropófagos,  eles tinham o costume de comer outras pessoas.

Figura 7 – Mas João tinha plena certeza que Deus desejava que ele fosse àquelas ilhas, ele e sua esposa e filho viajaram de barco. Quase no fim da viagem o mastro do navio quebrou e eles tiveram que orar pedindo a Deus que os fizesse chegar em segurança até uma das ilhas.

Figura 8 a 11 – Eles chegaram à ilha de Tana. A esposa do missionário e o seu filho ficaram doentes e acabaram morrendo. Mas João continuou na ilha por mais 4 anos. Nesse período ele aprendeu a língua taniana, conversou com os nativos sobre a salvação através de Cristo e traduziu parte dos evangelhos para esse idioma. Mas ele teve que fugir da ilha e voltar para Escócia, porque alguns daqueles homens começaram a tentar matá-lo.

Figura 12,13,14 – Quando voltou da Escócia João foi para outra ilha chamada Aniwa. Na nova ilha também houve perseguição, os nativos tentaram matá-lo algumas vezes: atacando sua casa, atirando flechas, jogando ele no mar…

Figura 15 – Mas João permanecia firme na oração. Pedindo a Deus uma maneira para convencer aquelas pessoas que elas tinham pecados e precisavam do amor de Deus em suas vidas.

Figura 16 – Certo dia João resolveu cavar um poço, ele os demais missionários sofriam muito com a falta de água doce.

Figura 17 – No início alguns nativos ajudaram, mas quando o buraco foi ficando mais profundo eles acharam que era perda de tempo. Que jamais sairia água debaixo da terra. João continuou a cavar sozinho e orando a Deus para que a água doce logo brotasse da terra.

Figura 18 – Quando a água finalmente brotou, João levou um pouco de água para o chefe da tribo e disse: Aqui está um pouco da água que Jeová me deu através do poço. O chefe da tribo um pouco desconfiado bebeu a água, ao sentir o sabor ele gritou: Chuva! Chuva! É chuva mesmo! Mas como arranjou? João respondeu: Foi Jeová, meu Deus, que me deu da sua terra, em resposta as nossas orações e ao nosso trabalho. O chefe da tribo ficou admirado e disse: Missi, a obra de seu Deus Jeová é admirável, é maravilhosa! Nenhum dos deuses de Aniwa jamais nos abençoou tão maravilhosamente.

Figura 19 – Nos anos seguintes os nativos cavaram poços em vários lugares da ilha e em nenhum deles encontraram água potável. Eles diziam: Sabemos cavar, mas não sabemos orar como Missi e, por isso, Jeová não nos dá chuva de baixo!”

Um dia o chefe da tribo Namakei convocou todo povo da ilha. Fazendo seus gestos com a machadinha na mão, falou com o povo: Amigos, nós nunca pensamos que poderia sair chuva da terra, se não tivéssemos visto com nossos próprios olhos não acreditaríamos. A partir de hoje meu povo eu vou adorar ao Deus que nos abriu o poço. Os deuses de Aniwa não podem socorrer-nos como o Deus de Missi. Para todo sempre sou um seguidor do Deus Jeová. Quem quiser fazer o mesmo tragam todos os ídolos e lancem aos pés de Missi. Vamos até Missi para ele nos ensinar como devemos servir a Jeová que enviou seu filho para morrer por nós e nos levar para o céu.

Figura 20 – Nos dias seguintes muitos trouxeram seus ídolos e se converteram a Jesus Cristo. Todos os ídolos foram queimados, e aquelas pessoas começaram a fazer culto em suas próprias casas louvando e adorando ao único Deus verdadeiro.

Figura 21 – João Paton traduziu os evangelhos para o idioma daquela tribo para que todos tivessem acesso à viva e poderosa  palavra de Deus.

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Obs.: As imagens dessa história foram encontradas na internet, a história é uma adaptação da biografia de João Paton  registrada no livro Heróis da Fé de Orlando Boyer.

EBF – Navegando com Jesus

navegando com Jesus

Algumas palavras…

 “Às crianças devem ser ensinadas todas as grandes doutrinas da verdade, sem uma exceção, para que, nos dias vindouros,                                                                 elas possam retê-las firmemente.”                                                                             Spurgeon

Fazemos nossas as palavras de Spurgeon, pois acreditamos que os ensinamentos do Senhor devem ser transmitidos às crianças para que elas possam construir seus valores a partir dos princípios éticos de Deus. As crianças são capazes de perceber, sentir e retribuir o amor de Deus da forma mais plena e sincera possível. Por isso, nos dedicamos a desenvolver atividades que despertem nas crianças o desejo de conhecer mais sobre Deus, estudando à sua palavra.

Na Escola Bíblica de Férias – EBF deste ano, trabalharemos subordinados ao tema: Navegando com Jesus. Os estudos ajudarão as crianças a entenderem o cuidado de Deus por nós e a importância de confiarmos nele, apesar de todas as adversidades que enfrentamos. Continuar lendo

Lambi: uma história sobre liberdade

Ideal para ser usada na semana da páscoa, essa é linda história!

Encontrei ela em um outro blog, já faz alguns anos que salvei e não me recordo o endereço em que encontrei. Além de contar a história usando as imagens, é possível fazer uma representação com as próprias crianças.

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Tuti: uma história sobre obediência

Tuti é uma linda menina! Com a sua história podemos ensinar sobre obediência. Você pode colorir as imagens ou deixar que as crianças façam isso após contar a história.

Eu prefiro não colorir as imagens. E deixar que as crianças fiquem livres para fazer o colorido que acharem melhor.

Uma estratégia é imprimir todas as imagens em uma folha de papel, assim cada criança terá toda história. Quando as crianças terminarem as imagens são recortadas e colocadas ou grampeadas formando um livrinho.

Com o livrinho as crianças podem compartilhar a história de Tuti com seus amigos, sendo uma estratégia de evangelismo infantil.

Jogo da memória: crianças orando

Criei esse jogo da memória pra usar nas aulas que ministro sobre oração.

Você pode imprimir cada imagem em papel fotográfico no tamanho 10X15 ou 13X18 e depois recortar. Se você preferir faça a impressão em uma gráfica ou numa dessas máquinas de autoatendimento que encontramos no shopping, o papel usado nessas máquinas é mais resistente e a impressão é de maior qualidade.

É fácil de fazer, as crianças gostam e é bastante durável.

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